Se existe um estilo de cerveja que nasceu com o pé na areia e a alma no Rio de Janeiro, esse estilo é a Catharina Sour. Leve, ácida e absurdamente refrescante, ela foi feita sob medida para combater o calorão de quarenta graus sem pesar no estômago. O grande barato aqui é usar a criatividade para adicionar frutas tropicais bem frescas direto na panela ou no fermentador.
A base limpa para a fruta brilhar
Para começar a brassar a sua sour em casa, você precisa de uma base simples de malte de trigo e malte pilsen em partes iguais. A acidez limpa vem do processo de kettle souring, onde usamos lactobacilos para azedar o mosto antes da fervura principal. Não precisa ter medo desse processo, pois ele é muito mais simples do que parece e garante que a sua cerveja fique estalando de limpa.
Escolhendo as frutas tropicais perfeitas
Vai por mim, a dupla dinâmica para esse estilo envolve maracujá, manga ou até mesmo aquele limãozinho bem maduro colhido no quintal. Adicione a polpa pasteurizada nos minutos finais da fervura ou direto no final da fermentação ativa para preservar o frescor da fruta. O resultado é um néctar ácido que combina perfeitamente com um dia inteiro de praia e resenha com os amigos.
O segredo do equilíbrio no copo
O grande desafio na Catharina Sour é manter o teor alcoólico baixo, geralmente entre quatro e cinco por cento, para garantir a alta drincabilidade. Cerveja muito forte no sol do meio-dia não combina, então foque no equilíbrio entre acidez e o aroma natural das frutas escolhidas. Prepare os copos, chame a sua confraria e aproveite o verdadeiro sabor do verão brasileiro.
